A politicagem é o câncer que corrói todo o corpo político e por mais que tentem combatê-lo todas as partes do corpo já estão tomadas, não há mais órgãos sadios. Tudo está putrefato.
A sociedade age de acordo com seus instintos primitivos e como diria Arendt:
“Há outros indícios mais graves do perigo de que homem possa estar disposto e realmente esteja a ponto de converter-se naquela espécie animal da qual desde Darwin ele imagina descender.” (ARENDT,Hannah. A Condição Humana, Ed.2014,pág400).
O Homem é o lobo do Homem como diria Hobbes e nesse canibalismo selvagem há apenas inquisidores na plateia da vida que assistem tudo o que acontece sem saírem de suas cadeiras. Acusadores que vitimizam os culpados e culpam as vítimas.
“Homens” violentam mulheres porque são incapazes de raciocinar e controlar seus instintos animais. Sua ignorância é absolvida por uma cultura de coisificação das mulheres, essas que geram em seus ventres e dão amor incondicional a esses seres ditos humanos.
A política tem o papel de garantir educação, mas os valores morais são valores que devem ser repassados pela família. Esses dois setores ruíram, a política, a esfera pública age unicamente em favor de seus próprios interesses privados e a família que se espelha em seus líderes veem que diante da impunidade das falcatruas e corrupção que não lhe resta mais nada a não ser agir em prol de si mesmo e ignorar o sofrimento alheio, pois afinal ninguém intervém por ninguém. E se houver oportunidade de tirar algum proveito que assim seja feito.
E diante desse caos generalizado o mundo sangra, pai que mata filho, filho que mata pai; “Homens” que estupram meninas, que violam seu corpo e sua alma pelo simples fato de serem belas; Mães e pais que desprezam seus filhos e os deixam a mercê da sorte. Políticos que matam multidões de fome ou em fila de hospitais para garantirem suas viagens à Paris. A banalidade do mal, a banalidade do sofrimento alheio, a banalidade das vidas humanas.
Algumas pessoas conseguem se colocar no lugar do outro e sentirem algum tipo de solidariedade diante do sofrimento alheio apenas quando imaginam que poderia ser com eles ou com um de seus entes queridos e não porque a maldade é errada, imoral e não deve ser feito com nenhum ser humano.
Enquanto isso fingimos que está tudo bem e que nos importamos até que aconteça algo conosco, com alguém da nossa família para então sairmos plateia e agirmos.
A solução? Sinceramente não sei se há. Sei que ainda existem muitas coisas boas sendo feitas, pessoas boas e solidárias, que agem em benefício do seu próximo sem pedir nada em troca. E isso é o que deveria ser seguido e usado como exemplo e não usarmos como amuleto e espelho toda essa falcatruagem e desgoverno para justificar tanta indiferença, maldade e falta de racionalidade. Talvez o amor ao próximo possa ser a solução e ele começa a ser praticado em casa, acolhendo e protegendo nossos filhos e ensinando o que é certo e errado, e principalmente sendo exemplo para eles. Se cada um fizer a sua parte as coisas podem melhorar, mas para isso é preciso consciência, menos julgamento e mais pensamento crítico.
AMARAL, Janice
sexta-feira, 27 de maio de 2016
sábado, 23 de maio de 2015
Pedalar e viver
A vida pode ser comparada a andar de bicicleta:
Nas retas mantemos o ritmo, observamos as paisagens, na vida são os momentos de serenidade que podemos respirar com calma e ver tudo que acontece ao nosso redor, mas é necessário manter o foco para não desequilibrar e cair.
Nas ladeiras deixamos apenas o embalo nos levar, relaxamos totalmente, na vida são os momentos de alegria e bonança, mas não podemos esquecer que logo ali haverá uma lomba e devemos aproveitar o embalo para facilitar a subida.
As subidas exigem mais esforço, assim como as dificuldades, testam seus limites mas com determinação e força conseguimos superar, mesmo que no meio de uma lomba você tenha que descer da bicicleta e empurrar para que possa ganhar fôlego e assim continuar, nas dificuldades também pensamos em desistir, desanimamos ,mas na realidade estamos apenas ganhando fôlego para continuar.
Pedalar exige superação de limites físicos e principalmente mentais, se ficarmos olhando o trajeto ao invés de se concentrar em pedalar acreditamos que não iremos conseguir e na vida se ficarmos focados apenas no futuro e não no presente também podemos acreditar que não iremos conseguir, porque não iremos perceber as possibilidades.
Para manter o equilíbrio é necessário continuar pedalando, para não cansar é necessário manter a cadência, na vida para manter o equilíbrio é necessário seguir em frente e manter cadência.
Pedalar pode ser passeio ou competição, lazer, diversão ou tudo ao mesmo tempo e na vida que tal relaxar...
Pedalar é olhar para frente e sentir a brisa no rosto, viver é olhar para frente e sentir o frescor de viver.
Enfim, pedalar e viver são excelentes exercícios que fazem bem para o corpo e para alma.
Nas retas mantemos o ritmo, observamos as paisagens, na vida são os momentos de serenidade que podemos respirar com calma e ver tudo que acontece ao nosso redor, mas é necessário manter o foco para não desequilibrar e cair.
Nas ladeiras deixamos apenas o embalo nos levar, relaxamos totalmente, na vida são os momentos de alegria e bonança, mas não podemos esquecer que logo ali haverá uma lomba e devemos aproveitar o embalo para facilitar a subida.
As subidas exigem mais esforço, assim como as dificuldades, testam seus limites mas com determinação e força conseguimos superar, mesmo que no meio de uma lomba você tenha que descer da bicicleta e empurrar para que possa ganhar fôlego e assim continuar, nas dificuldades também pensamos em desistir, desanimamos ,mas na realidade estamos apenas ganhando fôlego para continuar.
Pedalar exige superação de limites físicos e principalmente mentais, se ficarmos olhando o trajeto ao invés de se concentrar em pedalar acreditamos que não iremos conseguir e na vida se ficarmos focados apenas no futuro e não no presente também podemos acreditar que não iremos conseguir, porque não iremos perceber as possibilidades.
Para manter o equilíbrio é necessário continuar pedalando, para não cansar é necessário manter a cadência, na vida para manter o equilíbrio é necessário seguir em frente e manter cadência.
Pedalar pode ser passeio ou competição, lazer, diversão ou tudo ao mesmo tempo e na vida que tal relaxar...
Pedalar é olhar para frente e sentir a brisa no rosto, viver é olhar para frente e sentir o frescor de viver.
Enfim, pedalar e viver são excelentes exercícios que fazem bem para o corpo e para alma.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Liberdade...
Qual o nosso conceito de liberdade?
As nossas ações são baseadas em nossas vontades e decisões ou condicionadas pelo meio em que vivemos?
Li um texto no Facebook de um autor desconhecido sobre a triste geração que se tornou escrava de sua carreira profissional, assisti o globo repórter uma reportagem sobre a população que busca ganhar seu sustento e fazer o que gosta e nesse paradoxo reflito: Somos escravos de nossas necessidades? Criamos necessidades ? O fato é, não vivemos sem trabalho mas também não vivemos só para trabalhar. E como eterna estudante, leio e Hannah Arendt diz que temos que ser sujeitos de ação, pensar não basta, temos que mudar o Mundo com nosso pensamento, deixar nosso legado. Já Sartre diz que até mesmo quando não escolhemos já fizemos uma escolha. E eu fico pensando o que eu penso?
Penso logo desisto. Penso logo insisto e mesmo que não queira pensar penso. Penso, realmente somos escravos do que os outros pensam?E o que pensamos não tem muita importância? A não ser que sejam memórias póstumas porque enquanto estamos vivos tornamo-nos apenas reles mortais que pensam o que muitos outros pensam. E é neste pensar que pretendo me aprofundar. E não tenho aqui qualquer compromisso em seguir o pensamento de alguém, ou qualquer conhecimento cientifico apenas deixar fluir o que penso.
Voltando a questão inicial: Até que ponto somos livres?
Não somos livres, porque temos que trabalhar para manter nossa subsistência, sendo assim temos que seguir regras e padrões pré-estipulados. Até aí não há problemas, a questão é mesmo quando trabalhamos por conta própria ainda assim somos escravos do nosso trabalho, temos que suprir nossas necessidades primárias, comer ,beber, se agasalhar, ter um teto, enfim...
As palavras escritas podem ser distorcidas pois correspondem a somente a sete por cento da nossa comunicação por isso pretendo ser o mais objetiva possível: Não tenho nada contra o trabalho, pelo contrário, acredito que ele é o que nos torna independentes e que para muitos pensadores seria a sublimação das pulsões, canalizar a energia libidinal para algo realmente importante. A minha reflexão, não irei chamar de critica é será que não estamos desconectados de nós mesmos enquanto seres trabalhadores? Será que estamos dando a devida importância para o que estamos fazendo de nossa existência?
É demasiado cansativo pensar que tudo que pensamos tenha que virar algo concreto no mundo dos intelectuais. E é também demasiado cansativo que no mundo corporativo eu também tenha que ser o “the Best” com relação a diplomas e certificações e títulos.
Pergunto, e com relação a nossa busca pelo auto conhecimento? O que realmente é importante, indiferente do que a sociedade cobra? Se é importante para você deixar um legado, disseminar suas ideias, tudo bem, vá em frente, conquiste esse objetivo.
Se é importante para você ser um diretor de uma Multinacional porque isso é um desafio, uma superação, uma meta de vida, tudo bem, vá a luta, busque com garra e determinação.
Antes de tudo pense, você esta agindo de acordo com a tua vontade?
Enquanto isso busco saber quem sou.
As nossas ações são baseadas em nossas vontades e decisões ou condicionadas pelo meio em que vivemos?
Li um texto no Facebook de um autor desconhecido sobre a triste geração que se tornou escrava de sua carreira profissional, assisti o globo repórter uma reportagem sobre a população que busca ganhar seu sustento e fazer o que gosta e nesse paradoxo reflito: Somos escravos de nossas necessidades? Criamos necessidades ? O fato é, não vivemos sem trabalho mas também não vivemos só para trabalhar. E como eterna estudante, leio e Hannah Arendt diz que temos que ser sujeitos de ação, pensar não basta, temos que mudar o Mundo com nosso pensamento, deixar nosso legado. Já Sartre diz que até mesmo quando não escolhemos já fizemos uma escolha. E eu fico pensando o que eu penso?
Penso logo desisto. Penso logo insisto e mesmo que não queira pensar penso. Penso, realmente somos escravos do que os outros pensam?E o que pensamos não tem muita importância? A não ser que sejam memórias póstumas porque enquanto estamos vivos tornamo-nos apenas reles mortais que pensam o que muitos outros pensam. E é neste pensar que pretendo me aprofundar. E não tenho aqui qualquer compromisso em seguir o pensamento de alguém, ou qualquer conhecimento cientifico apenas deixar fluir o que penso.
Voltando a questão inicial: Até que ponto somos livres?
Não somos livres, porque temos que trabalhar para manter nossa subsistência, sendo assim temos que seguir regras e padrões pré-estipulados. Até aí não há problemas, a questão é mesmo quando trabalhamos por conta própria ainda assim somos escravos do nosso trabalho, temos que suprir nossas necessidades primárias, comer ,beber, se agasalhar, ter um teto, enfim...
As palavras escritas podem ser distorcidas pois correspondem a somente a sete por cento da nossa comunicação por isso pretendo ser o mais objetiva possível: Não tenho nada contra o trabalho, pelo contrário, acredito que ele é o que nos torna independentes e que para muitos pensadores seria a sublimação das pulsões, canalizar a energia libidinal para algo realmente importante. A minha reflexão, não irei chamar de critica é será que não estamos desconectados de nós mesmos enquanto seres trabalhadores? Será que estamos dando a devida importância para o que estamos fazendo de nossa existência?
É demasiado cansativo pensar que tudo que pensamos tenha que virar algo concreto no mundo dos intelectuais. E é também demasiado cansativo que no mundo corporativo eu também tenha que ser o “the Best” com relação a diplomas e certificações e títulos.
Pergunto, e com relação a nossa busca pelo auto conhecimento? O que realmente é importante, indiferente do que a sociedade cobra? Se é importante para você deixar um legado, disseminar suas ideias, tudo bem, vá em frente, conquiste esse objetivo.
Se é importante para você ser um diretor de uma Multinacional porque isso é um desafio, uma superação, uma meta de vida, tudo bem, vá a luta, busque com garra e determinação.
Antes de tudo pense, você esta agindo de acordo com a tua vontade?
Enquanto isso busco saber quem sou.
domingo, 29 de março de 2015
Imperativo categórico
Kant acreditava que a religião pautada na teologia era demasiadamente insegura , era necessária pô-la de lado ou até mesmo abandoná-la, acreditava que a conduta do Homem deveria ser pautada numa conduta moral, numa ética universal e necessária com princípios a priori de moral, tão exatos quanto a matemática. “A razão pura pode ser prática ; Isto é,pode, por si, determinar a vontade, independentemente de qualquer coisa empírica”. Critica da razão Prática p31 . Crenças e dogmas só tem valor na medida em que auxiliam no desenvolvimento moral do Ser Humano.
O que é que traz a culpa em nós? Como sabemos que isto ou aquilo está errado? O imperativo categórico que há em nós “Ages somente segundo aquela máxima que possas a todo tempo querer que se tornasse uma lei universal.”
Baseado na teoria acima, ele criou uma ética diferente de todas as outras onde os fins não justificam os meios e sim uma ética da alteridade, respeitando e valorizando o outro, independente do nosso desejo mas fazendo o que é certo de acordo com o exame da razão, dos juízos sintéticos a priori. É aquilo que determina se devemos ou não efetuar determinada ação. E esse agir, é um agir livre que independe de um estimulo externo ou lei estranha . A lei da LIBERDADE efetiva a ligação entre a razão teórica e a razão prática, unidas à obrigação moral. Para que a vontade possa querer por puro dever é necessário que ela seja legisladora de si mesma,ou seja, livre.
O caráter da necessidade e da universalidade conduz a ação. Por exemplo, devo mentir para amenizar uma situação de conflito, sendo que isso me trará benefícios e felicidade? A resposta para Kant é não. Ele não está preocupado com a própria felicidade mas com o DEVER e que se fizermos o que é certo seremos merecedores ou dignos da felicidade mesmo que no meio do caminho tenhamos alguns sofrimentos. A perfeição da alma esta acima da felicidade. Sendo assim podemos acreditar num Deus Superior e perfeito e na imortalidade da alma?
Numa época de grandes debates sobre a ética e relativização da mesma, Kant nos ilumina com uma ética que não há espaço para relativismo ou utilitarismo. São princípios morais em que temos a obrigação de fazer o que é certo, o DEVER pauta a nossa conduta. Uma ética em que devo priorizar o outro, se assim for o correto ao invés de priorizar os meus interesses, onde minha liberdade termina quando passo infringir a liberdade do outro. A alteridade virou uma palavra da moda mas na realidade é pouco aplicada no sentido prático.
As leis muitas vezes são violáveis por serem relativas e de múltiplas interpretações. Elas coagem a ação de fora para dentro, mas o DEVER moral não segue uma regra externa, mas o exame da razão.
No dia a dia é demasiado difícil seguir o imperativo categórico pois vivemos numa sociedade onde ser bom é ser otário, onde ser gentil é falsidade e quando tratamos alguém bem é por algum interesse. E nos filmes geralmente torcemos pelo bandido.
Ano passado houve exemplo de imperativo categórico que repercutiu na mídia: Um senhor encontrou R$ 600,00 no chão, junto um boleto nesse exato valor. O Cidadão foi até a lotérica pagou o boleto, pois o mesmo vencia naquele dia e postou no facebook o boleto pago, não para receber notoriedade, mas para tentar localizar o cidadão que perdeu o boleto e tranquilizá-lo. Se o cidadão que achou o dinheiro resolvesse ficar com o dinheiro, ninguém saberia. Mas como será que estaria a consciência dele?
O que é que traz a culpa em nós? Como sabemos que isto ou aquilo está errado? O imperativo categórico que há em nós “Ages somente segundo aquela máxima que possas a todo tempo querer que se tornasse uma lei universal.”
Baseado na teoria acima, ele criou uma ética diferente de todas as outras onde os fins não justificam os meios e sim uma ética da alteridade, respeitando e valorizando o outro, independente do nosso desejo mas fazendo o que é certo de acordo com o exame da razão, dos juízos sintéticos a priori. É aquilo que determina se devemos ou não efetuar determinada ação. E esse agir, é um agir livre que independe de um estimulo externo ou lei estranha . A lei da LIBERDADE efetiva a ligação entre a razão teórica e a razão prática, unidas à obrigação moral. Para que a vontade possa querer por puro dever é necessário que ela seja legisladora de si mesma,ou seja, livre.
O caráter da necessidade e da universalidade conduz a ação. Por exemplo, devo mentir para amenizar uma situação de conflito, sendo que isso me trará benefícios e felicidade? A resposta para Kant é não. Ele não está preocupado com a própria felicidade mas com o DEVER e que se fizermos o que é certo seremos merecedores ou dignos da felicidade mesmo que no meio do caminho tenhamos alguns sofrimentos. A perfeição da alma esta acima da felicidade. Sendo assim podemos acreditar num Deus Superior e perfeito e na imortalidade da alma?
Numa época de grandes debates sobre a ética e relativização da mesma, Kant nos ilumina com uma ética que não há espaço para relativismo ou utilitarismo. São princípios morais em que temos a obrigação de fazer o que é certo, o DEVER pauta a nossa conduta. Uma ética em que devo priorizar o outro, se assim for o correto ao invés de priorizar os meus interesses, onde minha liberdade termina quando passo infringir a liberdade do outro. A alteridade virou uma palavra da moda mas na realidade é pouco aplicada no sentido prático.
As leis muitas vezes são violáveis por serem relativas e de múltiplas interpretações. Elas coagem a ação de fora para dentro, mas o DEVER moral não segue uma regra externa, mas o exame da razão.
No dia a dia é demasiado difícil seguir o imperativo categórico pois vivemos numa sociedade onde ser bom é ser otário, onde ser gentil é falsidade e quando tratamos alguém bem é por algum interesse. E nos filmes geralmente torcemos pelo bandido.
Ano passado houve exemplo de imperativo categórico que repercutiu na mídia: Um senhor encontrou R$ 600,00 no chão, junto um boleto nesse exato valor. O Cidadão foi até a lotérica pagou o boleto, pois o mesmo vencia naquele dia e postou no facebook o boleto pago, não para receber notoriedade, mas para tentar localizar o cidadão que perdeu o boleto e tranquilizá-lo. Se o cidadão que achou o dinheiro resolvesse ficar com o dinheiro, ninguém saberia. Mas como será que estaria a consciência dele?
sábado, 22 de novembro de 2014
A saudade tem o dom do esquecimento
Fico pensando o quanto é interessante isso, o quanto a saudade tem Alzheimer . Esquecer as coisas ruins e lembrar apenas das coisas boas. Isso geralmente acontece quando nos afastamos de pessoas que realmente tínhamos imenso carinho e admiração ou amor e que em algum momento ela nos decepcionou, frustrou nossas expectativas e por vários motivos que com o tempo esquecemos , acabamos ceifando a convivência.
O fato é que muitas vezes, depois de determinado tempo passamos a nos perguntar o que aconteceu de fato? Ao menos, eu sou assim, não guardo mágoas e acabo lembrando apenas das coisas boas. No entanto, se houve um afastamento é porque a convivência se tornou insuportável em algum momento e justamente para manter essas memórias é necessário esse afastamento ou a ruptura de convívio. Amigos, irmãos, namorado são pessoas que nos conhecem ou que acham que nos conhecem e por isso tomam a liberdade de ferir, de julgar e, na maioria das vezes, erroneamente.
Diante dessas pessoas que amamos ou julgamos que amamos o excesso de intimidade pode ser invasivo pois são baseados na emoção e não na razão. E sentimentos podem ser nocivos.E como disse uma sábia colega:"o coração dos homens é enganoso.”
O respeito é como um copo que depois de quebrado não há como consertar. Por isso esquecer não é saudável porque a ofensa uma vez permitida sempre se repetirá no momento da emoção e o melhor é manter o afastamento para preservar as lembranças, assim como um idoso com Alzheimer lembra apenas de seu passado glorioso.
E quanto aquele velho jargão de que o coração tem razões que até a própria razão desconhece serve apenas de muleta para justificar nossa irracionalidade
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Aprendi...
Aprendi que um olhar revela a alma por isso devemos olhar nos olhos...
Aprendi que um abraço pode aliviar uma dor e abrandar um coração, por isso devemos abraçar mais e derrubar barreiras...
Aprendi que a vida ,ás vezes, exige da gente mais do que podemos dar mas que temos que lutar com unhas e dentes na disputa pelo “V” de vitória, enfrentar nossos medos e que não importa que você não tenha conseguido dessa vez ,isso não o torna um fracassado, o que importa é que você não desistiu da batalha e lutou até o último instante com todas as tuas forças...
Aprendi que na arena da vida as batalhas devem ser disputas em equipe, que cada pessoa possui uma habilidade e que nós também temos as nossas habilidades e podemos contribuir e cada um faz a diferença no final.
Aprendi que por mais que estejamos feridos e que essa ferida seja tão profunda não estamos sozinhos e se permitirmos, sempre haverá alguém para nos carregar no colo e cantar uma linda canção de ninar, que as pessoas podem dar amor sem pedir nada em troca e que isso as fará felizes.
Aprendi que aquilo que realmente é importante é invisível aos olhos;
Aprendi que por mais que um caminho seja escuro, não precisamos ter medo pois sempre haverá uma mão para nos guiar...
Aprendi que nos últimos cinco minutos da nossa vida o que realmente importará será ter as pessoas que amamos ao nosso lado para segurar a nossa mão, e que tal, começar a demonstrar isso hoje.
Aprendi que o dia mais feliz da minha vida, não foi o dia que eu comprei o meu apartamento, meu primeiro carro ou ingressei na faculdade , foi ver o sorriso de alguém que amo após ter uma segunda chance. E que o dia mais triste não foi quando levei uma bronca do chefe, quando perdi o emprego ,quando rompi um romance ou quando bati o carro mas quando eu vi a pessoa que eu mais amava fraquejar e chorar.
Aprendi que ao compartilhar uma dor e uma alegria estamos aliviando a alma...e percebemos que todos tem suas dores e suas alegrias..
Aprendi que escutar, ás vezes, é muito mais importante que opinar ou julgar...
Aprendi que há uma criança dentro de cada um, pronta para ser resgatada para passear mãos dadas , andar de cavalo alado, flutuar em nuvens de algodão doce, rir até a barriga doer e dançar como se ninguém estivesse olhando e no final agradecer pelo adulto que você se tornou.
Aprendi que é preciso ser adulto também, que temos que tomar as rédeas da nossa vida, planejar nossos passos, prestar atenção nos detalhes e que aquele que te cobra e que, ás vezes te pune nem sempre é carrasco , esta apenas te protegendo das lições que a vida pode te dar.
Aprendi que temos muitos sentimentos negativos dentro de nós mas que eles podem ser sublimados e utilizados a nosso favor como combustível para conquistar nossos objetivos.
Aprendi que se não controlarmos nossas emoções elas irão nos controlar.
Aprendi que as maiores lições não estão nos livros, e que não importa o seu nível cultural,as maiores lições são extraídas do livro da vida...
Aprendi que temos uma ferramenta preciosa, na qual devemos saudar nosso dia e essa ferramenta fará com que superemos qualquer obstáculo: O AMOR é nossa maior ferramenta para o sucesso.
Aprendi que hoje é o dia mais importante da minha vida e que dele depende o meu amanhã e as sementinhas que eu irei plantar serão os frutos que irei colher.
Aprendi que há pessoas generosas, que se preocupam mais com o próximo do que consigo mesmas e que não importa quão grande seja seus problemas que ao ajudar o próximo esses problemas ficam pequenos e insignificantes.
Aprendi que essa ferramenta poderosa chamada AMOR pode ser utilizada para levar alegria para outras pessoas.
Aprendi que podemos renascer e acordar para um novo mundo, o mundo que tanto almejamos e que só depende de nós.
Aprendi que tenho tanto para aprender.
Aprendi que um abraço pode aliviar uma dor e abrandar um coração, por isso devemos abraçar mais e derrubar barreiras...
Aprendi que a vida ,ás vezes, exige da gente mais do que podemos dar mas que temos que lutar com unhas e dentes na disputa pelo “V” de vitória, enfrentar nossos medos e que não importa que você não tenha conseguido dessa vez ,isso não o torna um fracassado, o que importa é que você não desistiu da batalha e lutou até o último instante com todas as tuas forças...
Aprendi que na arena da vida as batalhas devem ser disputas em equipe, que cada pessoa possui uma habilidade e que nós também temos as nossas habilidades e podemos contribuir e cada um faz a diferença no final.
Aprendi que por mais que estejamos feridos e que essa ferida seja tão profunda não estamos sozinhos e se permitirmos, sempre haverá alguém para nos carregar no colo e cantar uma linda canção de ninar, que as pessoas podem dar amor sem pedir nada em troca e que isso as fará felizes.
Aprendi que aquilo que realmente é importante é invisível aos olhos;
Aprendi que por mais que um caminho seja escuro, não precisamos ter medo pois sempre haverá uma mão para nos guiar...
Aprendi que nos últimos cinco minutos da nossa vida o que realmente importará será ter as pessoas que amamos ao nosso lado para segurar a nossa mão, e que tal, começar a demonstrar isso hoje.
Aprendi que o dia mais feliz da minha vida, não foi o dia que eu comprei o meu apartamento, meu primeiro carro ou ingressei na faculdade , foi ver o sorriso de alguém que amo após ter uma segunda chance. E que o dia mais triste não foi quando levei uma bronca do chefe, quando perdi o emprego ,quando rompi um romance ou quando bati o carro mas quando eu vi a pessoa que eu mais amava fraquejar e chorar.
Aprendi que ao compartilhar uma dor e uma alegria estamos aliviando a alma...e percebemos que todos tem suas dores e suas alegrias..
Aprendi que escutar, ás vezes, é muito mais importante que opinar ou julgar...
Aprendi que há uma criança dentro de cada um, pronta para ser resgatada para passear mãos dadas , andar de cavalo alado, flutuar em nuvens de algodão doce, rir até a barriga doer e dançar como se ninguém estivesse olhando e no final agradecer pelo adulto que você se tornou.
Aprendi que é preciso ser adulto também, que temos que tomar as rédeas da nossa vida, planejar nossos passos, prestar atenção nos detalhes e que aquele que te cobra e que, ás vezes te pune nem sempre é carrasco , esta apenas te protegendo das lições que a vida pode te dar.
Aprendi que temos muitos sentimentos negativos dentro de nós mas que eles podem ser sublimados e utilizados a nosso favor como combustível para conquistar nossos objetivos.
Aprendi que se não controlarmos nossas emoções elas irão nos controlar.
Aprendi que as maiores lições não estão nos livros, e que não importa o seu nível cultural,as maiores lições são extraídas do livro da vida...
Aprendi que temos uma ferramenta preciosa, na qual devemos saudar nosso dia e essa ferramenta fará com que superemos qualquer obstáculo: O AMOR é nossa maior ferramenta para o sucesso.
Aprendi que hoje é o dia mais importante da minha vida e que dele depende o meu amanhã e as sementinhas que eu irei plantar serão os frutos que irei colher.
Aprendi que há pessoas generosas, que se preocupam mais com o próximo do que consigo mesmas e que não importa quão grande seja seus problemas que ao ajudar o próximo esses problemas ficam pequenos e insignificantes.
Aprendi que essa ferramenta poderosa chamada AMOR pode ser utilizada para levar alegria para outras pessoas.
Aprendi que podemos renascer e acordar para um novo mundo, o mundo que tanto almejamos e que só depende de nós.
Aprendi que tenho tanto para aprender.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Irrelevâncias
Ando escrevendo pouco: Falta de tempo, correria do dia a dia; Preguiça mental. Todas essas seriam desculpas para o meu desleixo mas o fato é que estou apenas observando tudo o que acontece e vendo que o que escrevo não possui qualquer relevância diante da realidade ou daquilo que apreendemos como real.
Primeiro: Não dá lucro logo não serve para nada.
Segundo: Textos normalmente possuem mais do que cinco linhas logo perde-se tempo para lê-los e tempo é dinheiro.
Terceiro: Não abordo assuntos polêmicos baseados no achismo para conquistar leitores, isso torna a leitura desinteressante.
Quarto: Não tem apelo pornográfico,nem se referem a vida alheia, sem isso é chato, não é?
Quinto: É necessário reflexão e isso dói e ninguém quer sofrer.
Então vamos continuar vivendo a sociedade do espetáculo onde nossos políticos não possuem formação acadêmica e são desprovidos de qualquer nível intelectual e cultural. Sendo que para qualquer vaga de vendedor(não estou depreciando a profissão, apenas um exemplo) exige-se nível superior e inglês fluente. E para quem irá governar o país é exigido o quê?
Vou me limitar a essas poucas linhas , quem sabe alguém leia até o final.
Primeiro: Não dá lucro logo não serve para nada.
Segundo: Textos normalmente possuem mais do que cinco linhas logo perde-se tempo para lê-los e tempo é dinheiro.
Terceiro: Não abordo assuntos polêmicos baseados no achismo para conquistar leitores, isso torna a leitura desinteressante.
Quarto: Não tem apelo pornográfico,nem se referem a vida alheia, sem isso é chato, não é?
Quinto: É necessário reflexão e isso dói e ninguém quer sofrer.
Então vamos continuar vivendo a sociedade do espetáculo onde nossos políticos não possuem formação acadêmica e são desprovidos de qualquer nível intelectual e cultural. Sendo que para qualquer vaga de vendedor(não estou depreciando a profissão, apenas um exemplo) exige-se nível superior e inglês fluente. E para quem irá governar o país é exigido o quê?
Vou me limitar a essas poucas linhas , quem sabe alguém leia até o final.
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